O QUE SIGNIFICA SER CATÓLICO?

INTRODUÇÃO

Talvez você já tenha se perguntado: o que de fato significa ser católico? Pode ser que você não seja católico e esteja aqui por uma mera curiosidade ou porque talvez, queira aprender o real significado de professar essa fé, ainda sim, pode ser que você seja católico, esteja dentro da Igreja e mesmo depois de tanto tempo, ainda não saiba o real sentido de viver aquilo que diz professar. Atualmente no Brasil, existem muitos cristãos que apenas dizem que são por consequência de um nascimento em uma família católica, mas que infelizmente, desconhecem o próprio batismo e a própria história dessa Igreja milenar. Se você encaixa-se em um desses itens, não se preocupe. É provável que Deus tenha direcionado você até aqui e que essa oportunidade de aprendizado pode ser única.

Você tem duas opções: ler, aprender, entender e crer ou, ignorar esse texto.

Rogo a virgem Maria para que ela interceda junto a Jesus Cristo e que assim, a sua decisão seja a correta!

O QUE SIGNIFICA SER CATÓLICO?

Vinte e Nove respostas para uma única pergunta

Ser católico é…

1 – Amar a Deus sobre todas as coisas, adorá-lo e bendizê-lo por todos os séculos. Reconhecer sua grandeza e a nossa insignificância e somente a Ele, prestar um culto de latria (Mt 4,10);

2 – Crer em Jesus Cristo como seu único e suficiente salvador (1 Tm 1,1), crer em sua messianidade (Lc 2,26), em sua luz (Jo 8,12), em seu Senhorio (Fl 2,11), em sua mediação (Hb 8,6), e em sua divindade (Rm 9,5);

3 – Crer no Espírito Santo como consolador e vivificador da Igreja (Jo 16,5-15),

4 – Crer que Cristo fundou uma única Igreja (Mt 16,18) e essa Igreja sendo católica, é mãe e educadora de seus fiéis, coluna e sustentáculo da verdade (1 Tm 3,15);

5 – Crer nas escrituras como obra inspirada por Deus, sendo todos os seus 73 livros, escritos por autoridade divina (2 Tm 3,16);

6 – Crer na tradição apostólica como continuidade do mover do Espírito Santo que mesmo após a morte dos apóstolos, continuou guiando a Igreja pelas veredas da verdade (2 Ts 2,152 Tm 2,2);

7 – Crer no Magistério da Igreja que interpreta tanto a tradição, quanto as escrituras;

8 – Crer no ministério petrino deixado pelo próprio Senhor (Mt 16,18Lc 22,31-32) e desejado por Ele (Jo 21,11-17);

9 – Crer que Maria é mãe de Deus (Lc 1,43), mãe dos cristãos e da Igreja (Jo 19,26-27), concebida de forma imaculada (Lc 1,28), virgem antes-durante-depois do parto (Lc 1,34), a nova arca da aliança (Maria e sua relação com a arca da aliança), venerada desde o início do cristianismo primitivo (Lc 1,48) e intercessora junto a Jesus (Jo 2,3-5).

10 – Aceitar que após a morte, nossa alma é imortal e que vive junto do Senhor (Fl 1,23; 2 Cor 5,6-9Hb 12,22-23);

11 – Crer que todo aquele que morre em estado de graça e que é reconhecido pela Igreja com o título de “santo”, pode interceder por nós, uma vez que, continuamos unidos no único corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo (Hb 12,1Ap 6,9-10);

12 – Crer que existe um “fogo do amor de Deus” que é chamado de purgatório onde sua única função, é purificar os cristãos de seus pecados que não foram perdoados em vida (1 Cor 3,15);

13 – Crer na ressurreição dos mortos (1 Cor 15,1-34);

14 – Crer na parusia de Jesus Cristo (1 Ts 3,13);

15 – Ser fiel ao papa, ao colegiado apostólico, e ao sacerdote de sua paróquia (Mt 18,17);

16 – Crer que a “fé sem obras é morta” (Tg 2,17);

17 – Crer nos sacramentos como sinais do amor de Deus para com os homens (Refutando mentiras anti-católicas);

18 – Crer na presença real de Jesus Cristo no pão e no vinho eucarístico (Jo 6,551 Cor 10,161 Cor 11,27-29);

19 – Guardar os Domingos como um dia santo, afinal, Cristo ressuscitou nele (Ap 1,10);

20 – Venerar piedosamente ícones e imagens que retratam o evangelho em cores vivas e a nossa fé milenar;

21 – Participar espiritualmente de todas as missas e comungar do corpo do Senhor;

22 – Guardar a Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo e as festas dedicadas a Maria Santíssima e ao Santos;

23 – Entender que a escritura não é de particular interpretação (2 Pe 1,20-21);

24 – Aceitar que um cristão jamais poderá ser espírita;

25 – Não ser sincrético, não transformar as coisas santas em objetos de sincretismo. Estudar, aprender e aceitar/crer nos ensinos da Igreja e não dar ouvidos a embusteiros e doutrinas falsas (1 Tm 4,1);

26 – Ajudar aos pobres, viúvas, órfãos e jamais negar mantimentos a quem quer que precise;

27 – Amar ao próximo como a si mesmo, evitar a discórdia entre os irmãos e se necessário julgar, julgar segundo a reta justiça de Deus (Jo 7,24);

28 – Rezar o terço diariamente;

29 – Defender a Igreja Católica: única detentora da verdade. Somente ela (Igreja), tem propagado nos últimos dois mil anos uma única fé, um único Senhor e um só batismo (Ef 4,5).

CONCLUSÃO

Está familiarizado com alguns dos itens? Sim? Não?

Pode ser essa a oportunidade para rever o seu “eu católico” e buscar incessantemente, aquilo que você pode conseguir em vida: santidade na presença de Deus.

Hb 12,14 – “Procurai a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”.

Escrito por: Érick Augusto Gomes



Categorias:Reflexões

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