A ousada alegação de Melancton; O complexo cânon 35 do sínodo de Laodiceia [Podcast-Intercessão dos santos Pt.4]

O que foi dito até agora todo católico deveria saber responder apenas pela leitura das escrituras, do catecismo e tendo um pouco de bom-senso. Mas esse ponto é mais complexo, e pode levar o fiel a ter algumas dúvidas, pois é necessário um laborioso trabalho de análise das citações patrísticas e seus devidos contextos. A maioria das pessoas não tem condições, nem tempo, nem conhecimento de outras línguas, ou acesso as fontes, para poder analisar as nuances do tema.

Logo de cara é feita uma alegação forte, de que antes de Gregório Magno, NINGUÉM mencionou NADA sobre invocação dos santos! E que isso seria uma heresia inventada muito tempo depois. Uma alegação ousada, mas MUITO equivocada (isso ficará mais claro na próxima parte onde vamos analisar cada um dos Padres citados). Esse mito foi pregado por Melancton no artigo 21 da Apologia da Confissão de Augsburgo[1] e repetido por muitos desde então. Com isso, os protestantes diziam afirmar a doutrina dos primeiros Padres e Concílios, porque eles supostamente não criam nessas “inovações romanistas”. Augustinus totus noster est, bradava Calvino. Os grandes doutores da Igreja, como Agostinho, Ambrósio, Jerônimo, Crisóstomo, os Capadócios, entre outros, seriam na verdade proto-protestantes! E não idolatras blasfemos, praticantes de “abusos anticrísticos”. Para a infelicidade dos protestantes, isso passa muito longe de ser verdade. Mas vamos primeiramente analisar um ponto complexo:

O Cânon 35 de Laodiceia

O cânone do sínodo regional de Laodiceia não é tão claro e simples como pode parecer:

  • Canon 35: Os cristãos não devem abandonar a Igreja de Deus e ir embora e invocar anjos e reunir assembleias, coisas que são proibidas. Se, portanto, alguém for achado empenhado nesta idolatria dissimulada, que seja um anátema; pois ele abandonou nosso Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, e se entregou à idolatria.  

O cânone já possuí logo de cara uma dificuldade na linguagem; ele proíbe “onomazein (ὀνομάζειν) os anjos”, mas isso pode ser entendido tanto como invocar anjos, como nomear anjos (dar nomes desconhecidos da tradição cristã). Vejamos algumas passagens bíblicas onde termos semelhantes são usados:

“Alguns judeus exorcistas que percorriam vários lugares tentavam invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que se achavam possessos dos espíritos malignos…” (Atos 19,13)

ὀνομάζειν = nomear/invocar o nome do Senhor Jesus… (pode ter também o sentido de pronunciar)

“E mais: Aparte-se da iniquidade todo aquele que nomeia o nome de Cristo.” (2Timóteo 2,19)

ὀνομάζων τὸ ὄνομα = nomeia/invoca o nome do Senhor (pode ter também o sentido de professar)

Em ambas as passagens temos de alguma forma o sentido de invocar. Porém, outra passagem pode complicar um pouco essa questão.

“Bem acima de todo o principado e potestade, virtudes e dominações, e de todo o nome que é nomeado, não só neste século, mas também no que há de vir.” (Efésios 1,21)

ὀνόματος ὀνομαζομένου = nome nomeado/invocado

Se temos que aceitar que o cânon 35 se trata de invocação e não o uso de nomes de anjos estranhos à escritura, então Ef 1,21 teria que necessariamente ser entendido como uma invocação das hierarquias celestes (a NIV traduz “invoke” em Ef 1,21 e At 19,13) e o contexto daria uma conotação positiva a isso (pois isso continuaria no século que há de vir). Poderíamos até cogitar se isso não refletiria uma invocação litúrgica primitiva como as que vemos na atual Sinaxe do Arcanjo Miguel e demais poderes celestiais incorpóreos das igrejas orientais.

Alguns bispos ocidentais parecem ter recebido os cânones nesse sentido de nomear anjos (dar-lhes nomes não autorizados pela Igreja). Nos Capitulares[2] de Carlos Magno (Admonitio generalis, cap. XVI – 789 d.C.), é dito:

 “Nesse mesmo concílio (Laodiceia) foi ordenado que os anjos não deveriam receber nomes desconhecidos, e que tais [nomes] não deveriam ser afixados a eles, mas que apenas devem ser nomeados aqueles que temos por autoridade. Estes são Miguel, Gabriel, Rafael.”

Após isso é então adicionado o cânone 35. Vemos que no ocidente o texto que foi recebido, provavelmente traduzido do grego para o latim, era interpretado nesse sentido. O que fica claro é: o cânone é no mínimo ambíguo para nós hoje, e não pode ser usado de forma tão simplista para condenar a doutrina católica.

O contexto importa.

Sempre ao estudarmos os cânones de algum concílio, precisamos nos perguntar: Qual é o contexto? Em resposta a que, ou a quem, determinada sentença está sendo escrita? Os cânones de Laodiceia são recorrentes em condenar práticas pagãs, judaicas, gnósticas, e outros hereges (provavelmente os Montanistas); proibindo os cristãos de descansar no sábado, de participar de alguma comemoração com os pagãos, aceitar comida proveniente das festas judaicas ou de grupos heréticos, e até mesmo de comprar pão ázimo de fabricantes judeus.

Como o cânone não diz simplesmente que “não se deve pedir pela intercessão dos anjos”, devemos analisar melhor o seu contexto:

  • Canon 35: Os cristãos não devem abandonar a Igreja de Deus e ir embora e invocar anjos e reunir assembleias, coisas que são proibidas. Se, portanto, alguém for achado empenhado nesta idolatria dissimulada, que seja um anátema; pois ele abandonou nosso Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, e se entregou à idolatria. 

O cânone fala de pessoas que abandonavam a Igreja e reuniam assembleias ilegítimas para fazer essa invocação angélica, o que já invalidaria isso de ser relacionado à doutrina católica, mas vamos para o próximo cânone para melhor interpretar o anterior:

  • Canon 36: Sacerdotes e clérigos não devem ser feiticeiros ou encantadores, nem videntes ou astrólogos, nem devem fazer as chamadas “phylacteries”, que são prisões para as suas almas. Nós ordenamos que aqueles que as usem sejam expulsos da Igreja.

No mundo greco-romano as “phylacteries” (phylakterion) eram amuletos protetores gravados com feitiços e invocações, e até hoje entre os ocultistas eles são usados para a invocação de anjos (que nada tem a ver com a prática católica). Na época não era incomum ver os gnósticos gravando nesses objetos o nome de arcanjos conhecidos e desconhecidos e seus respectivos sigilos, uma espécie de “assinatura” que permitiria sua invocação.

Sigilos usados em invocações mágicas

Deixo como exemplo, um vídeo que diz ensinar a “invocar os 7 arcanjos”; ao vê-lo qualquer um poderá perceber que essa “invocação de anjos” passa longe do que chamamos “invocação” na Igreja Católica.

“Abandonar a Igreja” e “reunir uma assembleia” em um local separado para “invocar anjos” como diz o cânone, só faz sentido se o que está sendo condenado é algo como o que vemos no vídeo acima: um ritual mágico de invocação. O contexto desses cânones é claramente a condenação de práticas místicas e esotéricas. Ele não está condenando qualquer tipo de “invocação” (como uma oração ao nosso anjo da guarda) mas a invocação ocultista dos pagãos e gnósticos,[3] esse tipo de invocação simplesmente não é a da doutrina e prática católica.

Ireneu de Lyon é então citado como exemplo para confirmar que a “invocação de anjos” é uma prática mágica. Porém, assim como Laodiceia, Ireneu está simplesmente tratando da prática de seitas gnósticas, e não fazendo uma afirmação sobre a oração aos santos. Vejamos a citação completa, e como ela está sendo mal utilizada para tentar contradizer a doutrina católica:

“[Segundo Basílides] Os Anjos que ocupam o céu inferior, o que nós vemos, fizeram todas as coisas do mundo, dividindo entre si a terra e os povos que se encontram nela. O chefe de todos é aquele que se passa por Deus dos judeus. […] Também eles se servem da magia, dos encantamentos, das invocações e de toda prática mágica.Inventam nomes de Anjos e dizem que estes estão no primeiro céu, aqueles no segundo e assim por diante, procurando expor os nomes, os Principados, os Anjos…” (Ireneu de Lyon, Contra as Heresias, I, cp. 24,4-5)

Ora, tanto Laodiceia como Ireneu de Lyon, relacionam essa “invocação angélica” com grupos heréticos (os que abandonavam a Igreja) que faziam uso da magia, encantamentos, amuletos, etc. Os hereges denunciados por Ireneu inventavam nomes de anjos (e sabendo disso, a interpretação de “nomear anjos” dada pelo documento carolíngio faz muito mais sentido), e não apenas isso, mas eles atribuíam aos anjos o ato criador, e acusavam Deus de ser um anjo farsante, o Demiurgo, um deus mal, e que acima dele haveria inúmeros Aeons superiores (caindo então em idolatria e blasfêmia). Fica escancarado que essa condenação não tem absolutamente nada a ver com a doutrina católica, pelo contrário, Ireneu nos dá informações valiosas que nos permite melhor interpretar o que realmente esse cânone condenava. Um outro Padre que denuncia esse mesmo “padrão” de práticas é Santo Agostinho, as semelhanças são notáveis.

“Esses milagres, e muitos outros da mesma natureza, que seriam tediosos de mencionar, foram realizados com o propósito de recomendar a adoração do único Deus verdadeiro e proibir a adoração de uma multidão de falsos deuses. Além disso, eles foram realizados pela fé simples e confiança piedosa, não por encantamentos e amuletos compostos sob a influência de um criminoso adulterando com o mundo invisível, de uma arte que eles chamam de magia, ou pelo título mais abominável de necromancia, ou a designação mais honrosa de teurgia; pois desejam discriminar entre aqueles que as pessoas chamam de mágicos, que praticam necromancia, e são viciados em artes ilícitas e condenados, e aqueles outros que lhes parecem dignos de elogio por sua prática de teurgia – a verdade, no entanto, sendo que ambas as classes são escravas dos rituais enganosos dos demônios que invocam sob o nome de anjos.” (Agostinho de Hipona, Cidade de Deus X,9)

Ainda hoje encontramos essas mesmas práticas entre os adeptos do esoterismo, até mesmo o nome teurgia continua a ser usado.

Em outra obra Agostinho condena práticas similares:

Quereis honrar com segurança os santos anjos e os santos mártires? Adorai Aquele que é o único em quem eles querem ser honrados. De facto, sendo eles santos, irão irritar-se convosco, se privadamente os adorardes a eles e não apenas Aquele de quem também eles receberam a graça da sua bem-aventurança. [..] Prestai atenção aos sacramentos da Igreja e vede se é oferecido algum sacrifício a algum mártir, a ponto de celebrarmos um sacrifício a um e outro a outro. Pelo contrário, em todos os santuários dos mártires oferecemos o único sacrifício, e não a algum deles, mas ao Senhor de Todos nós. Nesse sacrifício também honramos os mártires de acordo com a sua dignidade, não em si mesmos, mas naquele por quem eles venceram o diabo. E tanto mais carinhosamente os recordamos, quanto menos lhes dedicamos rituais particulares, porque só em Deus é que eles têm a sua alegria, só nele têm a sua honra. Se alguém te disser: “Invoca o anjo Gabriel desta maneira e o anjo Miguel daquela; faz isto a um e faz aquilo ao outro”, não te deixes enganar, nem consintas.” (Agostinho de Hipona, Sermão 198,46-47)

Vemos que Agostinho condena as invocações aos anjos feitas de forma ritualística e supersticiosa, exatamente como vimos no vídeo anteriormente, com necessidade de complexos procedimentos em certos dias específicos, com o uso de signos/sigilos, incensos, plantas, velas, cores etc., como que oferecendo um ritual para que o anjo lhe atenda. É isso que é condenado. (É interessante notar que, assim como expusemos na Pt.3, o conceito de adoração de Agostinho está fortemente ligado à economia sacramental, especialmente ao único sacrifício de Cristo oferecido na divina liturgia). No entanto, Agostinho fala claramente em suas obras de uma boa invocação dos santos anjos (e em muitas outras obras ele fala da invocação dos santos mártires):

“Pois a raiva mata o insensato” [Jó 5,2]. A indignação que se apodera dele ao ver a sua desgraça, como se lhe acontecesse injustamente: esquece que as impurezas da sua alma, conhecidas por Deus, impedem os Anjos de responder à sua oração [Jó 5,1], ou de se mostrar a ele; por não ter esses pensamentos, ele é um tolo, e sua raiva injusta o faz morrer. […] “Tende piedade de mim, tende piedade de mim, ó meus amigos” [Jó 19,21]. Ele parece invocar os anjos, para que peçam graça para ele ou, seguramente, os santos, [para] que unam a sua oração à sua penitência…” (Agostinho de Hipona, Anotações sobre o livro de Jó, versos 5,2 e 19,21 – 399 d.C.)

E isso não impede que ele condene a invocação estranha dos anjos feita pelos hereges. Essa é exatamente a posição católica!
Resumindo: o que nós chamamos de “invocação” (pedir a intercessão dos santos) não possuí o mesmo sentido que a invocação das práticas ocultistas que o sínodo e outros autores patrísticos estavam condenando. O sínodo está condenando especificamente a invocação feita por esses grupos, e não a oração aos santos, e há indícios disso nos próprios cânones do sínodo como veremos adiante.

Condenações Católicas

No passado, a Igreja Católica já condenou invocações angélicas, ao mesmo tempo em que reconhecia uma prática legítima de devoção aos anjos. Um caso notável é quando o Papa Zacarias (679-752 d.C.) condena o pregador gaulês Aldeberto em um sínodo de 747 d.C. Isso após uma longa disputa com São Bonifácio, que já havia alertado sobre as práticas heterodoxas de Aldeberto, e reunido sínodos em 744 e 745 para lidarem com a situação.

Neste caso, o interessante é que o modus operandi de Aldeberto possuí os mesmos traços das condenações do cânone 35 e 36 de Laodiceia, e das denúncias de Ireneu de Lyon e Agostinho. Aldeberto compunha orações místicas em que invocava nomes de anjos desconhecidos, alguns provindos de literatura gnóstica. Segundo São Bonifácio, Aldeberto realizava falsos milagres e profecias; se colocava em igualdade com os apóstolos; alegava ter recebido de um anjo relíquias tão milagrosas que ele poderia com elas conseguir o que quisesse de Deus; fazia também amuletos com seus próprios cabelos e unhas, alegava ter o poder de ler a mente das pessoas; e de ter recebido uma carta de Jesus diretamente da Jerusalém Celestial. O sínodo então condenou as invocações de anjos feitas por Aldeberto, e reconheceu apenas o nome de Miguel, Gabriel e Rafael.

Como exemplos recentes, podemos citar os decretos do Santo Oficio com censuras e medidas contra práticas heterodoxas relacionadas aos anjos.[4] E também o alerta do presidente do Tribunal Eclesiástico de Bogotá, Monsenhor Pedro Mercado Cepeda, que censurou uma devoção estranha à fé católica que estava circulando pela internet. Segue as palavras do sacerdote:

“Em certas correntes, especialmente na Nova Era, tende-se a desvirtuar a sadia devoção [aos anjos] para transformá-la numa forma de idolatria em que os anjos substituem o lugar central de Deus e de Jesus Cristo, atribuindo-se a eles funções e poderes que não possuem. […] A nossa fé é cristológica e cristocêntrica. Nada nem ninguém pode ou deve substituir o lugar de Cristo em nossa vida espiritual. É claramente desviada uma devoção aos anjos que não nos ajude a avançar no seguimento de Jesus Cristo, como discípulos missionários do Seu Evangelho.”

Vemos que a Igreja sempre condenou e ainda condena invocações e práticas estranhas com relação aos anjos. O cânone de Laodiceia se encontra alinhado com a prática histórica da Igreja em regular as práticas e corrigir possíveis desvios.

O Mesmo sínodo fala do culto aos Mártires

Tendo agora uma maior compreensão do contexto desses cânones, fazendo as devidas distinções entre a doutrina cristã e as práticas místicas (gnósticas, pagãs e até judaicas) que permeavam a sociedade local, vejamos alguns cânones que curiosamente nos dão clara evidencia do culto aos santos:

  • Canon 9: Os membros da Igreja não podem reunir-se nos cemitérios, nem frequentar os chamados martyrion [santuário dos mártires] de qualquer um dos hereges, para oração ou serviço [litúrgico]; mas os que assim o fizerem, se forem comungantes, serão excomungados temporariamente; mas se se arrependerem e confessarem que pecaram, serão recebidos [de volta na Igreja].
  • Canon 34: Nenhum cristão deve abandonar os mártires de Cristo e recorrer a falsos mártires, isto é, para os [mártires] dos hereges, ou aqueles que anteriormente eram hereges; pois eles são estranhos a Deus. Que aqueles, portanto, que vão atrás deles, seja anátema.
  • Canon 52: Os natalícios dos mártires não devem ser celebrados na Quaresma, mas as comemorações dos mártires devem ser feitas aos sábados e Domingos

Os cânones demonstram a pratica cristã de se encontrar nos cemitérios para oração e veneração dos mártires (cf: Eusébio, HE, IX,2), assim como a existência de santuários dedicados aos mártires (e que os cristãos não deviam frequentar aqueles dedicados a falsos mártires) e que se celebrava liturgicamente a memória dos mártires em dias específicos. Tudo isso é sinal de um pujante culto aos santos, longe de ser uma “simplicidade inocente” como foi dito.

O cânon 34 é de longe o mais interessante e relevante para essa questão; é dito que se recorre ao Mártir, o que indica a invocação por sua intercessão e não meramente à sua memória como exemplo de fé. E o cânone ainda diz que não se deve “ir atrás deles”, também não é um termo que condiz se a prática fosse meramente a de “trazer à memória” o exemplo da vida do Mártir, mas reflete a prática de visitar os santuários dos mártires onde estavam suas relíquias e recorrer às suas orações.


[1] https://bookofconcord.org/apology-of-the-augsburg-confession/article-xxi/

[2] Os Capitulares eram uma série de atos legislativos ou administrativos emanados da corte franca das dinastias merovíngia e carolíngia, alguns deles eram de cunho eclesiástico, muitas reformas na Igreja da França foram promovidas assim por Carlos Magno.

[3] Por exemplo: Os espíritas creem que Jesus é um dos espíritos evoluídos, mas negam sua verdadeira natureza. Em suas sessões eles podem então alegar que “invocam Jesus” sem que isso faça com que a invocação cristã de Jesus seja a mesma coisa, são tipos distintos de invocação.

[4] Documentos recentes sobre o tema:

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19920606_opus-angelorum_po.html

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20101002_opus-angelorum_po.html

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20110316_nota-opus-angelorum_po.html



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